Livro destinado às pessoas que sofrem com a dependência emocional.
Uma ostra que não foi ferida, não produz pérolas. Pérolas são produtos da dor; resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. As pérolas são feridas curadas. Assim como a pérola, DEUS me curou e me lavou com o sangue que foi derramado naquela cruz e hoje eu sou livre e restaurada como a pérola
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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
#MãedoCoração
Esta criança esteve escondida no teu pensamento,
noite após noite, por anos a fio,
guardada na tua retina sem que nunca a tivesses visto.
Esta criança bendita, que foi escolhida por Deus e por ti,
para compartilhar de tua vida, nunca sofrerá,
ficará triste ou chorará por desamor ou abandono,
pois existe alguém especial, um anjo,
que o destino colocou em seu caminho
para lhe suprir as carências, lhe amar, dar carinho.
Ela foi abençoada.
Não foi gerada por ti,
não foi esperada por nove meses,
não veio de dentro de tuas entranhas,
mas veio de algo muito maior:
um amor enorme que tinhas para compartilhar
com ela e com o mundo.
Não o adotaste simplesmente; ele é teu filho –
filho do imenso carinho que tens para dar,
da tua capacidade de doação,
da abnegação,
do desejo sofrido e ao mesmo tempo esperançoso que tiveste
de um dia cuidar e de ouvir alguém
te chamando de “mãe”.
Será filho de noites em claro,
de preocupações,
de alegrias,
de dias de chuva,
de dias de sol.
Será filho de tristezas,
de sonhos,
de esperanças
e de dedicação,
pois tens por ele o mesmo carinho que terias
por um filho do teu sangue.
Esta criança veio de onde quer que seja,
predestinada para ti.
Apenas nasceu de outra mãe,
pois nada acontece por acaso,
mas o destino dela eram os teus braços e teu desvelo.
Ela foi gerada dentro do teu coração
porque, provavelmente, merecia uma mãe tão especial quanto tu!
noite após noite, por anos a fio,
guardada na tua retina sem que nunca a tivesses visto.
Esta criança bendita, que foi escolhida por Deus e por ti,
para compartilhar de tua vida, nunca sofrerá,
ficará triste ou chorará por desamor ou abandono,
pois existe alguém especial, um anjo,
que o destino colocou em seu caminho
para lhe suprir as carências, lhe amar, dar carinho.
Ela foi abençoada.
Não foi gerada por ti,
não foi esperada por nove meses,
não veio de dentro de tuas entranhas,
mas veio de algo muito maior:
um amor enorme que tinhas para compartilhar
com ela e com o mundo.
Não o adotaste simplesmente; ele é teu filho –
filho do imenso carinho que tens para dar,
da tua capacidade de doação,
da abnegação,
do desejo sofrido e ao mesmo tempo esperançoso que tiveste
de um dia cuidar e de ouvir alguém
te chamando de “mãe”.
Será filho de noites em claro,
de preocupações,
de alegrias,
de dias de chuva,
de dias de sol.
Será filho de tristezas,
de sonhos,
de esperanças
e de dedicação,
pois tens por ele o mesmo carinho que terias
por um filho do teu sangue.
Esta criança veio de onde quer que seja,
predestinada para ti.
Apenas nasceu de outra mãe,
pois nada acontece por acaso,
mas o destino dela eram os teus braços e teu desvelo.
Ela foi gerada dentro do teu coração
porque, provavelmente, merecia uma mãe tão especial quanto tu!
Lendo a palavra
E disse Deus:
Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera
que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a
terra; e assim foi.
E a terra produziu
erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore
frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie; e viu
Deus que era bom.
E foi a tarde e a
manhã, o dia terceiro.
E disse Deus: Haja
luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia
e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para
dias e anos.
E sejam para
luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi.
E fez Deus os dois
grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar
menor para governar a noite; e fez as estrelas.
E Deus os pôs na
expansão dos céus para iluminar a terra,
E para governar o
dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e
viu Deus que era bom.
E foi a tarde e a
manhã, o dia quarto.
E disse Deus:
Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as
aves sobre a face da expansão dos céus.
Gênesis 1:11-20
Versículo bíblico
"Quem, pois, me
confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante do meu
Pai que está nos céus. Mas aquele que me
negar diante dos homens, eu também o negarei diante do meu Pai que
está nos céus.”
Mateus 10:32-33
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
Sobre o desejo de ser mãe!
Lindo texto, sei que provavelmente não terei noites de insonia pelo fato de ter um bebezinho em casa e nem acordarei com olheiras e o frequente choro de um bebe, mas acho que uma mulher depois de ser mãe, mesmo que seu filho tenha 50 anos ela nunca mais terá uma noite tranquila por que ela se sente responsável por aquele ser e não é pra dizer que a falta de tranquilidade é algo ruim, mas algo bom...é aquela preocupação, é o querer saber se esta tudo bem, coisa que só quem ama sabe...
Eu não sou mãe, mas sou tia e quando meus pequenos dormem comigo eu acordo a noite toda pra cobrir se estiver frio, pra livar ventilador se tiver quente, pra ver se o travesseiro esta corretamente embaixo da cabeça, pra ver se está muito encostado na parede e pra ver se está respirando...sim, por que desde que tive a noção que paramos de respirar e morremos eu pegava um pedaço de algodão e colocava na frente do nariz de meus subrinhos e como desde os 3 anos eu tenho subrinho e ja tenho 15 subrinhos eu já fiz isso várias vezes...porque? Porque eu amo, eu os amo como sendo meus, eu sinto um afeto tão grande pelos meus pequenos que eu brigo com seus pais se eles magoam meus subrinhos e como seria uma mãe diferente? Se minha vida não mudasse, se eu não deixasse de dormir para olha-los, se seu choro não me incomodasse que tipo de mãe eu estaria sendo? Se uma mulher coloca um serzinho especial nesse mundo e não tem uma olheira, um cansaço...ela não estará sendo uma boa guardiã, uma boa mãe...ela só fez parir!
Eu quero sim, acordar de madrugada meu baby chorando ou não só para olhar ele dormindo, só pra ver a respiração dele, só para alisar sua cabeça e dizer que eu o amo!
Eu não sou mãe, mas sou tia e quando meus pequenos dormem comigo eu acordo a noite toda pra cobrir se estiver frio, pra livar ventilador se tiver quente, pra ver se o travesseiro esta corretamente embaixo da cabeça, pra ver se está muito encostado na parede e pra ver se está respirando...sim, por que desde que tive a noção que paramos de respirar e morremos eu pegava um pedaço de algodão e colocava na frente do nariz de meus subrinhos e como desde os 3 anos eu tenho subrinho e ja tenho 15 subrinhos eu já fiz isso várias vezes...porque? Porque eu amo, eu os amo como sendo meus, eu sinto um afeto tão grande pelos meus pequenos que eu brigo com seus pais se eles magoam meus subrinhos e como seria uma mãe diferente? Se minha vida não mudasse, se eu não deixasse de dormir para olha-los, se seu choro não me incomodasse que tipo de mãe eu estaria sendo? Se uma mulher coloca um serzinho especial nesse mundo e não tem uma olheira, um cansaço...ela não estará sendo uma boa guardiã, uma boa mãe...ela só fez parir!
Eu quero sim, acordar de madrugada meu baby chorando ou não só para olhar ele dormindo, só pra ver a respiração dele, só para alisar sua cabeça e dizer que eu o amo!
Não queria ser mãe?
Agora aguenta!"
Há mulheres que
engravidam depois de muito planejar. Há mulheres que engravidam sem
nenhum
planejamento. Há
mulheres que engravidam sem sequer terem pensado em ser mães um dia.
Há mulheres que engravidam depois de muitos anos desejando um filho.
Há mulheres que se tornam mães sem engravidar. Há mulheres que
ainda estão esperando - a gravidez, o nascimento, a chegada. Todas
essas mulheres, sem exceção, passarão ou já passaram por
profundos momentos de mudança quando da chegada do filho. Radicais
momentos de mudança. Uma mudança que atinge todos os domínios de
nossas vidas. Emocional. De disponibilidade. Logística.
Profissional. Para algumas, mudanças de valores. Para outras, de
carreira. Para outras ainda, de olhar sobre a vida. Para tantas,
todas essas mudanças juntas. No tempo de sono. Na divisão do tempo
das tarefas diárias. De ressignificação de si mesma no mundo. De
reformulação da rotina. Do círculo de amizades. De hábitos
alimentares. E tantas outras... E, sim, tudo isso gera angústia.
E como se isso fosse
pouca coisa, ainda precisam enfrentar algo extremamente cruel: o
confronto e constrangimento que parte de algumas mulheres que já são
mães e que já passaram por situações que as que estão esperando
ainda irão passar. Mulheres que nutrem e propagam uma visão ácida,
áspera e, sobretudo, não empática da maternidade. E que justamente
num dos momentos de maior vulnerabilidade e insegurança, disparam
contra outras mulheres frases duras como essas:
"Aproveita
agora, porque depois acabou sua vida".
"Espera pra
ver... Aproveita enquanto pode".
"Prepare-se
para nunca mais dormir".
"Logo sua paz
vai acabar".
"Não queria?
Agora aguenta".
Se você já passou
por uma situação de gravidez, a chance de já ter sido alvo de
algumas dessas frases (ou suas correlatas) é alta. Eu as ouvi quando
estava grávida. Vejo gestantes passando por isso todos os dias. É
absoluta e infelizmente comum.
Que tipo de
comportamento é esse?
Seria uma espécie
de autoafirmação? De deboche? Ou é apenas mais um tipo de
brincadeirinha senso comum, feita por quem sequer se deu ao trabalho
de pensar sobre o que de fato significa, e que diminui a maternidade,
ridiculariza as mulheres, reduz bebês e crianças a estorvos
sociais? Com que tipo de valores se está compactuando quando se
escolhe fazer esse tipo de comentário? O que se quer dizer,
verdadeiramente, com isso? Que tipo de conceito sobre ser mãe e
exercer a maternidade nutre quem se sente à vontade para dizer
coisas como essas?
Você acha que a
maternidade é isso mesmo e não há nenhuma mentira nisso?
Desculpe-me, mas preciso discordar veementemente. Para mim, não é.
Para inúmeras outras mulheres mães, não é. Mas se para você é,
então talvez já saibamos onde está o problema... E ele não está
na maternidade. Está na relação que você, particularmente,
estabeleceu com ela. Como diria o escritor italiano, "Così è
(se vi pare)". Assim é, se lhe parece...
Minha vida não
acabou quando minha filha nasceu. Sim, minha vida mudou.
Radicalmente. Acabou? Jamais. Teve início. Teve início uma nova
forma de vida. Uma vida mais empática, mais preocupada com questões
coletivas, mais ligada à responsabilidade que é bem criar um ser
para o mundo. Preocupada com transformações pessoais que pudessem
refletir na formação da minha filha - afinal, como sempre digo, é
pelo exemplo que se ensina mais e melhor.
Aproveitar enquanto
pode? O que? Por que não se pode aproveitar depois? Vai haver algum
tipo de castração social? De impedimento que inviabilize uma vida?
É isso o que está acontecendo com você? Você está se sentindo
castrada de alguma maneira? Está sentindo que não está
aproveitando sua vida?
Preparar-se para
nunca mais dormir? Seu filho não está dormindo? Ele nunca dorme?
Por que? Como a rotina de sono é feita na sua casa? Quais são os
seus hábitos de sono? E os do bebê? Como vocês se preparam para
dormir? O que o momento de ir para a cama representa para a família?
Por que está assim tão difícil dormir, para você?
Ter a paz de uma
vida toda interrompida por um filho? Você sinceramente acha que seu
filho é a antítese da paz? O que está acontecendo para que você
considere impossível sentir-se em paz e ser mãe? Como é ser mãe
na sua família? Quem te ajudou a construir essa visão sobre a
maternidade? Por que?
Agora aguenta?
"Aguentar"? O que? Uma criança? É assim que seu bebê ou
sua criança tem sido visto? Como alguém a ser tolerado, suportado?
Consegue perceber
onde está o problema? Quem está com problema?
Como sempre, essas
são frases que mais dizem sobre quem as profere do que sobre seu
próprio conceito. A mim, parece muito claro que mulheres que se
sentem confortáveis em confrontar outras mulheres com frases como
essas, justamente em uma fase de vida em que o apoio e amparo social
são tão importantes e podem fazer tanta diferença, estão com
problemas sérios com relação ao modo como veem a maternidade. Ao
que, de fato, seus filhos representam para elas. Sentem-se
diminuídas, prejudicadas, nutrem uma espécie de raiva pelas
mudanças que a maternidade operou em suas vidas. Não as enxergam
como parte natural da decisão de gestar e criar uma criança. De
certo modo, veem a chegada dos filhos como uma espécie de "castigo".
Sim, elas estão com problemas. E se elas estão com problemas, elas
também precisam de ajuda.
Eu sei que, para
você, gestante ou mãe recente, enfrentando as angústias do novo
modo de vida, ainda incerta sobre como conseguirá conciliar tudo,
comentários como esses podem parecer cruéis, injustos, agressivos,
violentos. E realmente são. Mas interrompa o mal estar que você
possa estar sentindo e responda à pergunta: ONDE ESTÁ O PROBLEMA?
Não. Ele não está
na maternidade. Não está em ter um novo filho. Nem, sequer, na
mulher que te disse isso. O problema está no que se incentiva e
reforça por aí, nessa sociedade patriarcal agressiva, onde mulheres
são consideradas sempre as únicas ou maiores cuidadoras e
responsáveis pela criação dos filhos, onde poucos são os homens
que, de fato, se responsabilizam pelo filho que também colocaram no
mundo. Sim. Essas mulheres estão com problemas. De alguma forma,
podem ter sido deixadas sozinhas na missão tão complexa de cuidar
de crianças. Sim, podem estar se sentindo castradas, enraivecidas,
solitárias.
Assim, te pergunto:
quem está com problemas?
Onde está o
problema?
Michelli é uma
amiga dos tempos da graduação. Nós fizemos o mesmo curso, na mesma
universidade, em anos diferentes (ela foi minha caloura). Não
tivemos mais notícia uma da outra por bastante tempo, até que nos
reencontramos na virtualidade das redes sociais. Hoje, ela está
esperando a Isabel, há 7 meses na barriga, bebê muito esperada. Ela
mora em outro país, sente-se um tanto longe da família e dos
amigos, perdeu um primeiro bebê com 11 semanas de gestação e agora
aguarda, ansiosa, a chegada da filha. Por ser mãe pela primeira vez,
está sensível, confusa, sentindo-se sozinha, trabalhando dobrado
pra compensar a licença maternidade. Muitas de nós sabemos
exatamente como é se sentir assim... Num momento de desabafo e
buscando alguma forma de apoio, Michelli me escreveu e perguntou à
queima roupa:
"Será que as
mulheres, depois que seus bebês nascem, tentam aparentar serem
melhores que as outras, se tornam sádicas ou simplesmente se
esquecem do que passaram?".
Sua pergunta vem do
fato de, ao buscar apoio em outras mulheres, que já são mães,
receber de volta, com muita frequência, aquele tipo de comportamento
não empático sobre o qual estamos falando.
"Essa é a
parte mais fácil... Espera nascer pra você ver!", "Depois
piora...", "Esquece a vida como você conhece! Acabou
namoro com o marido, cinema, restaurante, viagem...", "Não
vai dormir por anos!", "Não queria tanto ser mãe? Agora
aguenta...".
E ela termina seu
desabafo dizendo:
"Incrivelmente,
tenho encontrado mais palavras de alento com as amigas que não têm
filhos. Óbvio que não é uma regra, mas a maioria (esmagadora) das
mães parecem tentar se supervalorizar, diminuir ou assustar (como se
já não fosse insegurança o suficiente) quem ainda está chegando
nesse novo “grupo”. (...) Já existe pressão demais na
sociedade com quem quer ser mãe... Portanto, MULHERES, VAMOS NOS
AJUDAR!"
Minha resposta a ela
foi a seguinte:
"Quando alguém
disser coisas desse tipo pra você, confronte. Diga, docemente:
'Estou numa campanha: troque uma palavra de desânimo para uma
grávida por uma de apoio".
Sim, depois que a
Isabel nascer, Michelli vai ficar cansada nos primeiros meses, vai
sentir que não tem tempo para as outras coisas. Todas nos sentimos
assim, isso é totalmente natural. E estar preparada para isso,
entender que é uma fase de adaptação e ajustes, é o que nos ajuda
a passar por essa fase de maneira mais tranquila. Mas o mais
importante é que, embora cansadas, vamos sentir uma coisa nova muito
forte, algo sem precedentes, e que algumas pessoas chamam de AMOR. Um
tipo diferente de amor, que não conhecíamos antes. E em meio ao
cansaço, é possível que também sintamos uma grande força surgir,
por vezes uma euforia, que talvez nos leve a dançar no meio da sala,
ou a cantar, ou a fazer algo diferente do que já fizemos. Talvez
queiramos mudar a vida. Talvez nossa vida anterior não nos caiba
mais. Talvez passemos a ver o mundo como um imenso universo a ser
desbravado. Talvez tenhamos mais coragem para assumir quem de fato
somos. Pelo nada simples fato de termos nos tornado mães.
Não é fácil ser
mãe, não. Mas ninguém que decide seguir adiante com uma gravidez e
escolhe ser mãe faz isso buscando facilidade, não é mesmo? O que a
gente busca é criar filhos bacanas, sentir essa mudança, fazer bem
feito, com responsabilidade, com afeto, sentindo que depende de nós
e está em nossas mãos o tipo de mundo que queremos ajudá-los a
criar. E isso será mais forte que o cansaço. E a gente vai
encontrar novas formas de viver. Vamos namorar na sala, sem gritar,
pra não acordar o bebê. Iremos à universidade com nosso bebê à
tiracolo. Trabalharemos embalando o bebê-conforto. Vamos inventar
novas reuniões sociais, inclusivas, kids friendly. Vamos construir
novos círculos de amigos. Vamos fazer yoga com as crias (viu,
Michelli, você vai ter tempo sim). Vamos colocar cadeirinhas nas
bikes para andar com elas. Vamos dormir agarradinhos em horários
estranhos. Vamos passar madrugadas vendo o leite escorrer das
boquinhas. Vamos ter coragem para nos libertar de padrões que não
nos servem mais. Vamos chorar sim, também. De cansaço, de angústia,
de dúvida, teremos crises.
E é, também, nos
braços umas das outras que vamos encontrar morada, força, apoio e
sustentação.
Precisa ser assim.
Tem que ser assim.
Nós já temos muita
gente nos oprimindo. É justo - e necessário - que nos apoiemos umas
às outras. Uma mãe "lava" a outra.
Eu poderia citar
muitos artigos que já mostraram os comprovadamente benéficos
efeitos do apoio social materno. Ter um grupo de mães que te apoie,
sustente, acolha, empodere, fortaleça, ajuda nas adaptações do
puerpério, aumenta o sucesso da amamentação, diminui o isolamento
social e o embotamento afetivo característico da chegada de um novo
filho, torna mais fácil a volta ao trabalho, diminui o cansaço e,
principalmente, diminui a possibilidade de ocorrência de agressão
contra as crianças.
Eu poderia falar
sobre tudo isso e citar inúmeros artigos. Mas eu prefiro recorrer à
afetividade e dizer: chega de frases angustiantes, de ressaltar as
dificuldades, de constranger, de oprimir. Nós precisamos umas das
outras. Uma mãe que vê outra mãe dar conta, acolher com amor e
fortaleza a maternidade, é uma mãe fortalecida. E uma mãe
fortalecida pode apoiar e sustentar outra. E isso não tem mais fim.
"Vai piorar"?
Não. Pode ser que
não.
Pode ser que sua
angústia por não saber o que virá adiante seja, também, a sua
força.
Filhos nos tiram o
sono.
E nos dão inúmeros
motivos para querermos estar despertas. Em muitos sentidos. Muitos
sobre os quais jamais pensamos antes deles chegarem...
Lendo a Palavra
No princípio criou
Deus o céu e a terra.
E a terra era sem
forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito
de Deus se movia sobre a face das águas.
E disse Deus: Haja
luz; e houve luz.
E viu Deus que era
boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.
E Deus chamou à luz
Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia
primeiro.
E disse Deus: Haja
uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e
águas.
E fez Deus a
expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da
expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi.
E chamou Deus à
expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.
E disse Deus:
Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção
seca; e assim foi.
E chamou Deus à
porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares; e viu
Deus que era bom.
Gênesis 1:1-10
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
#Adoção
Adoção
passo-a-passo
Conheça o processo
de adoção no Brasil
O processo de adoção
no Brasil leva, em média, um ano. No entanto, pode durar bem mais se
o perfil apresentado pelo adotante para a criança for muito
diferente do disponível no cadastro. “Encontrar uma menina
recém-nascida, clara e com saúde perfeita pode levar uns cinco anos
ou mais”, diz Walter Gomes, chefe da área de adoção da 1ª Vara
da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal
e dos Territórios (TJDFT), que tenta, sempre que possível,
convencer os pretendentes a pais adotivos da realidade. “No
cadastro não tem ‘bebê johnson’. Estamos lidando com crianças
que já experimentaram sofrimento, têm marcas emocionais”,
completa.
No banco de crianças
disponíveis para adoção do DF, crianças com menos de 12 anos são
minoria. Ainda assim, só no ano passado, a Justiça do DF autorizou
167 adoções. Em 2010, foram 195. A realidade não é diferente
nacionalmente. No Cadastro Nacional de Adoção (CNA), das 5,4 mil
crianças e jovens para adoção, 4,3 mil (80%) estão na faixa
etária acima de 9 anos.
Para conquistar o
filho tão aguardado, veja o passo a passo da adoção.
1) Eu quero – Você
decidiu adotar. Então, procure a Vara de Infância e Juventude do
seu município e saiba quais documentos deve começar a juntar. A
idade mínima para se habilitar à adoção é 18 anos,
independentemente do estado civil, desde que seja respeitada a
diferença de 16 anos entre quem deseja adotar e a criança a ser
acolhida. Os documentos que você deve providenciar: identidade; CPF;
certidão de casamento ou nascimento; comprovante de residência;
comprovante de rendimentos ou declaração equivalente; atestado ou
declaração médica de sanidade física e mental; certidões cível
e criminal.
2) Dê entrada! –
Será preciso fazer uma petição – preparada por um defensor
público ou advogado particular – para dar início ao processo de
inscrição para adoção (no cartório da Vara de Infância). Só
depois de aprovado, seu nome será habilitado a constar dos cadastros
local e nacional de pretendentes à adoção.
3) Curso e
Avaliação – O curso de preparação psicossocial e jurídica para
adoção é obrigatório. Na 1ª Vara de Infância do DF, o curso tem
duração de 2 meses, com aulas semanais. Após comprovada a
participação no curso, o candidato é submetido à avaliação
psicossocial com entrevistas e visita domiciliar feitas pela equipe
técnica interprofissional. Algumas comarcas avaliam a situação
socioeconômica e psicoemocional dos futuros pais adotivos apenas com
as entrevistas e visitas. O resultado dessa avaliação será
encaminhado ao Ministério Público e ao juiz da Vara de Infância.
4) Você pode –
Pessoas solteiras, viúvas ou que vivem em união estável também
podem adotar; a adoção por casais homoafetivos ainda não está
estabelecida em lei, mas alguns juízes já deram decisões
favoráveis.
5) Perfil –
Durante a entrevista técnica, o pretendente descreverá o perfil da
criança desejada. É possível escolher o sexo, a faixa etária, o
estado de saúde, os irmãos etc. Quando a criança tem irmãos, a
lei prevê que o grupo não seja separado.
6) Certificado de
Habilitação – A partir do laudo da equipe técnica da Vara e do
parecer emitido pelo Ministério Público, o juiz dará sua sentença.
Com seu pedido acolhido, seu nome será inserido nos cadastros,
válidos por dois anos em território nacional.
7) Aprovado – Você
está automaticamente na fila de adoção do seu estado e agora
aguardará até aparecer uma criança com o perfil compatível com o
perfil fixado pelo pretendente durante a entrevista técnica,
observada a cronologia da habilitação. Caso seu nome não seja
aprovado, busque saber os motivos. Estilo de vida incompatível com
criação de uma criança ou razões equivocadas (para aplacar a
solidão; para superar a perda de um ente querido; superar crise
conjugal etc.) podem inviabilizar uma adoção. Você pode se adequar
e começar o processo novamente.
8) Uma criança –
A Vara de Infância vai avisá-lo que existe uma criança com o
perfil compatível ao indicado por você. O histórico de vida da
criança é apresentado ao adotante; se houver interesse, ambos são
apresentados. A criança também será entrevistada após o encontro
e dirá se quer ou não continuar com o processo. Durante esse
estágio de convivência monitorado pela Justiça e pela equipe
técnica, é permitido visitar o abrigo onde ela mora; dar pequenos
passeios para que vocês se aproximem e se conheçam melhor. Esqueça
a ideia de visitar um abrigo e escolher a partir daquelas crianças o
seu filho. Essa prática já não é mais utilizada para evitar que
as crianças se sintam como objetos em exposição, sem contar que a
maioria delas não está disponível para adoção.
9) Conhecer o futuro
filho – Se o relacionamento correr bem, a criança é liberada e o
pretendente ajuizará a ação de adoção. Ao entrar com o
processo, o pretendente receberá a guarda provisória, que terá
validade até a conclusão do processo. Nesse momento, a criança
passa a morar com a família. A equipe técnica continua fazendo
visitas periódicas e apresentará uma avaliação conclusiva.
10) Uma nova
Família! – O juiz profere a sentença de adoção e determina a
lavratura do novo registro de nascimento, já com o sobrenome da nova
família. Você poderá trocar também o primeiro nome da criança.
Nesse momento, a criança passa a ter todos os direitos de um filho
biológico.
Regina Bandeira
Fonte: Agência CNJ
de Notícias
Versículo bíblico
Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.
I Pedro 5:7
I Pedro 5:7
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
muito bem dito
Vivemos hoje na futilidade do viver superficial e na superficialidade dos vínculos afetivos. Mas como assim? Eu não vivo de forma superficial, eu vivo intensamente, curto minha vida, me amo acima de tudo. Bem, será mesmo que isso não é viver de forma superficial?
Costumamos nos colocar em um campo de guerra da afetividade defensiva, temos receios de nos entregar por completo, pelo simples fato do medo de nos machucar, de nos ferir, por já ter vivido alguma decepção. Entretanto, costumamos replicar os erros que fomos vítimas ao outro e chamamos de auto defesa ou auto proteção eu entendo como crueldade e falta de personalidade, mas enfim. Vivemos no mundo da farsa, em que mostra-se para outrem que estar bem é muito mais importante do que estar bem consigo mesmo. Hoje trocamos a qualidade pela quantidade.
Vivemos na ilusão de que curtir a vida é simplesmente “ficar” sem responsabilidade, sem apegos, sem compromisso, enquanto dizemos que: o que buscamos é o compromisso. E o pior de tudo é que mantemos o discurso falso, proclamamos a banalização dos sentimentos falsos, e não falo do sentimento: amor e paixão, estou falando do sentimento do gostar, do querer bem, do cuidar do cultivar, do companheirismo e da amizade. Bem como internalizamos de que a infidelidade, a mentira é algo comum e praticados por todos, então já que todo mundo faz, preciso fazer também e entramos em um ciclo vicioso e hostil.
As pessoas têm o livre arbítrio de querer o que é melhor para sua vida e decidir qual o caminho a seguir, entretanto, elas devem manter sempre o princípio da responsabilidade com seus pares. Infelizmente, estamos muito distantes disso, porque princípios e caráter são questões inerentes a cada indivíduo e por mais esforço que dispensamos, alcançar esse objetivo é algo utópico.
[autor desconhecido]
Filmes sobre adoção
Esse fim de semana assisti dois filmes que tratavam sobre adoção e sobre um tema muito complicado: quando contar!
o primeiro filme foi " O Segredo" que se passa numa colônia Amish nos EUA, e conta a historia de uma menina que foi adotada, mas que não sabia e descobre de uma maneira muito chata...e além de saber que foi adotada ela vai ter que ir ao encontro da mãe biológica que está gravemente doente.
o primeiro filme foi " O Segredo" que se passa numa colônia Amish nos EUA, e conta a historia de uma menina que foi adotada, mas que não sabia e descobre de uma maneira muito chata...e além de saber que foi adotada ela vai ter que ir ao encontro da mãe biológica que está gravemente doente.
O outro filme foi "Sem Saída"( estrelado por Taylor Lautner, Lily Collins, Sigourney Weaver, Maria Bello, Jason Isaacs, Michael Nyqvist, e Alfred Molina.), um filme de suspense onde o garoto adotivo reconhece sua propria foto em um site de crianças desaparecidas, pra que golpe pior? e quando começa a investigar perde os unicos pais que conhecera e se vê envolvido em uma trama com a máfia.
Assistir esses filmes me fez pensar: qual o momento certo para contar a criança adotada que ela é filha do coração e nao da barriga? Nesses dois filmes podemos ver o sofrimento desses jovens e a perda da identidade ao saber que foram adotados!
Eu não vou deixar meu baby saber por outras pessoas e não vou permitir que mais essa dor venha sobre ele!
Versículo bíblico
"Uma coisa pedi ao Senhor, e a buscarei: que possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do Senhor, e inquirir no seu templo."
Salmos 27:4
Salmos 27:4
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Versículo bíblico
"Quem há entre vós que, tendo ficado, viu esta casa na sua primeira glória? E como a vedes agora? Não é esta como nada diante dos vossos olhos, comparada com aquela?"
Ageu 2:3
Ageu 2:3
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
E a vida segue...
E a vida segue...
Não porque você quis assim, mas porque foi preciso.
Deus todos os dias nos da a chance de recomeçar e não podemos deixar ela passar.
Vivo intensamente a verdade, assim preso por ela, quero mais sorrisos e momentos felizes. Pessoas que me acrescentam e me fazem bem. Prefiro qualidade a quantidade e pessoas que não entrem só de passagem...
Pessoas verdadeiras e principalmente de coragem. Palavras já não me impressionam, mas atitudes me ganham...
Não porque você quis assim, mas porque foi preciso.
Deus todos os dias nos da a chance de recomeçar e não podemos deixar ela passar.
Vivo intensamente a verdade, assim preso por ela, quero mais sorrisos e momentos felizes. Pessoas que me acrescentam e me fazem bem. Prefiro qualidade a quantidade e pessoas que não entrem só de passagem...
Pessoas verdadeiras e principalmente de coragem. Palavras já não me impressionam, mas atitudes me ganham...
Gotas Bíblicas
Gálatas 6:9 - E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.
Há duas coisas claras afirmadas na Bíblia. A primeira é que somos chamados a dar testemunho do Cristo, fonte de todo o bem que existe no mundo. A segunda coisa acrescenta que o mundo persegue as pessoas que fazem o bem, tentando desencorajá-las. Por isto, recomenda Paulo: “E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos” (Gálatas 6:9).
Fazer o bem cansa. As forças unidas da maldade se especializam em criar obstáculos, na vida dos filhos de Deus. Diante da ajuda que prestamos, não raro recebemos ingratidão, críticas zombeteiras, perseguição. O grande objetivo é o de nos desencorajar. Diante de tantas posturas de ingratidão e de injustiça, dá vontade de chutar o balde, cuidar da própria vida e parar a atitude de ser corretos e fazer o bem.
Uma das formas de evitar o cansaço, na vida de fazer o bem, é implantar em nossa motivação a grande verdade: “Não se deixem enganar – de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isto também colherá” (Gálatas 6:7). Acreditar e vivenciara a soberania de Deus é nossa grande fonte de perseverança espiritual. Por isso, “não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos”.
#devocionaisamoremcristo
Há duas coisas claras afirmadas na Bíblia. A primeira é que somos chamados a dar testemunho do Cristo, fonte de todo o bem que existe no mundo. A segunda coisa acrescenta que o mundo persegue as pessoas que fazem o bem, tentando desencorajá-las. Por isto, recomenda Paulo: “E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos” (Gálatas 6:9).
Fazer o bem cansa. As forças unidas da maldade se especializam em criar obstáculos, na vida dos filhos de Deus. Diante da ajuda que prestamos, não raro recebemos ingratidão, críticas zombeteiras, perseguição. O grande objetivo é o de nos desencorajar. Diante de tantas posturas de ingratidão e de injustiça, dá vontade de chutar o balde, cuidar da própria vida e parar a atitude de ser corretos e fazer o bem.
Uma das formas de evitar o cansaço, na vida de fazer o bem, é implantar em nossa motivação a grande verdade: “Não se deixem enganar – de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isto também colherá” (Gálatas 6:7). Acreditar e vivenciara a soberania de Deus é nossa grande fonte de perseverança espiritual. Por isso, “não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos”.
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